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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Gordura trans

Por Tafnes Passos

Atualmente, nas embalagens dos alimentos industrializados, é comum ver especificado nos rótulos a frase “0% de gordura Trans.” Mas o que de fato é a gordura trans? E qual o motivo de tal cuidado por parte das empresas em deixar claro a ausência desse tipo de gordura em seus alimentos? Bem, de fato, essas empresas receberam um alerta da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do Ministério da Saúde para indicar em seus alimentos a porcentagem de gordura trans, devido a estudos científicos comprovarem que essa gordura é extremamente prejudicial à saúde. Além de aumentar os níveis de colesterol ruim, o LDL, também diminui a taxa de colesterol bom, o HDL, e isso significa elevar o risco de doenças cardiovasculares, obesidade e diabetes tipo II.

Em geral, as gorduras vegetais, como o azeite e os óleos, são boas para a saúde. Porém, quando passam pelo processo de hidrogenação ou são esquentadas, as moléculas dessa gordura são quebradas e a cadeia se rearranja. Essa nova gordura é que vai fazer todo o estrago nas artérias. Esse processo de hidrogenação serve para deixar a gordura mais sólida e também aumentar a vida de prateleira de alguns produtos. É ela que vai fazer com que os alimentos fiquem mais saborosos, crocantes e tenham maior durabilidade. A maior preocupação deve ser com os alimentos com alto teor de açúcar e gordura, como sorvetes, batatas-fritas, salgadinhos, bolos, biscoitos, margarinas entre outros.

Fonte: Nutricionário

A gordura trans não é sintetizada pelo organismo e, por isso, não deveria ser consumida nunca. Mas, como isso é quase impossível, o Ministério da Saúde determinou que é aceitável consumir até 2g da gordura trans por dia, o que equivale a quatro biscoitos recheados. Mesmo tendo isso em mente, um dos grandes problemas para o consumidor é conseguir perceber com clareza quanta gordura trans existe em cada alimento. A partir disso, é possível fazer escolhas mais saudáveis, dando preferência àqueles que tenham menor teor dessas gorduras, ou que não as contenham.

A seguir, confiram uma deliciosa receita livre de gordura trans, afinal, é possível comer bem e de forma saudável!


 Massa para tortas doces 

Ingredientes: 
1 xícara (chá) de farinha de trigo integral 
1 xícara (chá) de aveia em flocos finos 
3 colheres (sopa) de açúcar 
1 ovo 
3 colheres (sopa) de óleo 
1 colher (sopa) de fermento em pó 

Modo de Fazer: 
Bata o ovo por um minuto. Acrescente os demais ingredientes e mexa com as mãos até formar uma massa homogênea. Deixe descansar por uma hora na geladeira. Forre uma forma de aro removível e faça furinhos com um garfo na massa. Leve para assar no forno a 180º por aproximadamente 20 minutos. 


Sugestão para o Recheio 
Ingredientes: 
750g de ricota peneirada 
4 ovos 
1 lata de creme de leite (sem soro) 
300g de açúcar 
1 colher rasa (café) de sal 
1 colher (chá) de baunilha 
geleia de amora 

Modo de Fazer: 
Misture bem todos os ingredientes e coloque sobre a massa ainda crua. Leve ao forno por aproximadamente uma hora a 180º. Deixe esfriar. Para finalizar, espalhe por cima da massa já assada a geleia de amora e decore com folhas de hortelã e amora em fruta. Sirva fria. 


Fontes:

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Amigas do sabor, vilãs da saúde!

   Quando estão quentinhas são crocantes, reservam uma maciez interna, um sabor delicioso e estão sempre presentes em momentos de festa. Mas o conto de fadas acaba por aí! Depois que adentram o organismo, elas perdem todo o encanto e podem trazer sérios riscos à saúde.
 
As frituras! Sim, são elas, as frituras que são a tentação das lanchonetes e botecos. Quem resiste a uma batata frita que acompanha o hambúrguer? E à assinha de frango servida no Happy Hour? São muitos os atrativos para este tipo de alimento e muitos os ambientes nos quais estão inseridos.
   A fritura pode ser feita com pouca gordura utilizando uma frigideira, a exemplo do preparo de ovos fritos e bifes ou também pode ser feita com mais gordura, chamada de fritura por imersão, em que se usa uma fritadeira, ou panela grande e os alimentos ficam completamente imersos no óleo quente. Neste último caso, ocorre a formação de uma crosta no alimento que faz com que o óleo não penetre tanto, e ainda serve como proteção para os constituintes do alimento. Isso pode até ser uma vantagem em relação à fritura com pouca gordura, onde há maior absorção de gordura e perda de água e nutrientes, porém este fato não torna o alimento frito uma boa opção.
   Durante o processo de fritura, o aquecimento do óleo, o contato com o ar e a umidade trazida pelo alimento, ocorre a produção de uma série de reações que geram compostos de degradação e com o tempo de utilização, o óleo modifica suas características funcionais e nutricionais. Por exemplo, pode ocorrer a transformação de ácidos graxos insaturados, bons para a saúde, em ácidos graxos saturados que contribuem para os processos de aumento do colesterol por exemplo. Além disso pode haver formação de gordura trans.
  
   E ainda tem mais! Com a ação do calor sob o óleo, é formada uma substância chamada Acroleína, que possui um alto potencial cancerígeno. Sua ação provoca danos nas pareces das artérias e acelera os processos de envelhecimento e enrugamento da pele.
   


   Bom, o ideal seria eliminar os alimentos fritos da nossa mesa, mas como eles já fazem parte do modo de vida atual, é bom pensar em reduzir o seu consumo. Reserve as frituras para os finais de semana e tente reduzir pela metade a quantidade ingerida. “A fritura é muito saborosa, mas do ponto de vista nutricional é terrível”, afirma o nutrólogo Hilton Coimbra. Outra dica para minimizar os efeitos nocivos da fritura é utilizar óleos naturais como os de gergelim e girassol, só colocar o alimento para fritar quando o óleo estiver quente (favorecendo a formação da crosta) e sempre deixar o alimento, recém frito, sobre um papel absorvente para retirar o excesso de gordura.
   E não pense que a fritura é insubstituível! Existem diversas técnicas culinárias que trazem sabor e palatabilidade sem tantos malefícios! Por exemplo, as carnes empanadas podem ser feitas no forno, sem necessidade de fritura e sem perderem o sabor e a textura crocante. Basta utilizar uma carne magra, empaná-la com torrada light moída, levar ao forno numa assadeira antiaderente e Voilá! E além dos assados, podemos substituir as frituras por opções grelhadas.
   A tabela a seguir mostra a diferença na quantidade de calorias de opções assadas e fritas:


“A comida não pode dar apenas prazer, mas também saúde”, recomenda a Nutricionista Suely Peres. Vale a pena pensar sobre isso!

A seguir uma receita de quibe assado.

Quibe assado
 
Ingredientes

-1kg de carne moída
-500g de trigo para quibe
-2 cebolas picadinhas
-1 tomate picado sem sementes
-Hortelã picadinha a gosto
-Sal e Pimenta-do-reino a gosto
-2 colheres de azeite de oliva

Modo de preparo

1-Deixar o trigo para quibe de molho por 3 horas.
2-Escorrer muito bem e espremer o trigo.
3-Misturar os demais ingredientes, se preferir passe por um moedor ou processador antes de assar.
4-Estender em uma travessa e passar por cima azeite de oliva. 



Fontes: 
http://www.revistaanalytica.com.br/ed_anteriores/27/art07.pdf
http://neonutre.com.br/maleficios-causados-pelas-frituras/
http://www.nutricaoeesportes.com.br/noticia.php?cod=384
http://www.goodlight.com.br/Lucilia_e_voce/radio/como_empanar_sem_fritar_.aspx
http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/11013-de-adeus-as-frituras-e-invista-em-salgados-assados

http://www.astrologia-esoterica.com.br/receitas%20naturais.html